Vida de Amora + Kora Swim: um bordado à mão para o Outubro Rosa

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O bordado é uma forma de resgate, um gesto que nos faz olhar pra dentro e nos traz o poder de fazer com as próprias mãos. Com todos esses significados tão delicados porém tão fortes que tive a alegria de receber o convite da marca Kora Swim para criar uma coleção cápsula bordada por mim, é o Poder da Palavra, que reuniu em 3 mensagens uma só vontade: conscientizar nós mulheres da importância do autoconhecimento, do cuidado e, principalmente, da nossa união. O Outubro Rosa vem para nos lembrar desses hábitos tão simples e que podem fazer grande diferença para nós. Esse também é o momento para falarmos sobre o câncer de mama, sua prevenção e formas de informação.Continue lendo

Pausa para o café com: Caixa Cosmo

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Quando conheço projetos inspiradores fico doidinha para saber mais sobre eles e trazer essas informações todas aqui para o Vida de Amora. E foi isso que aconteceu quando conheci a Caixa Cosmo, o primeiro clube de assinatura de produtos criativos do Brasil.

Ilustrações, objetos de decoração, gastronomia artesanal e tantas outras coisas muito bem selecionadas podem chegar à sua casa todos os meses. Quem garante a alegria é uma equipe pra lá de criativa que escolhe itens de pequenas ou novas marcas que entraram no mercado com um propósito consciente e que dão valor para o feito à mão e no Brasil. Ah, e pra completar tem o fator surpresa que deixar tudo ainda mais especial: você só descobre o que vem dentro da caixa quando ela chega até você. Cada mês uma nova experiência!

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O projeto é uma ótima alternativa para quem quer conhecer novos produtores, se inserir no movimento que apoia as marcas conscientes e fortalecer o pequeno negócio.

Ficou curiosa para conhecer a mente por trás dessa ideia brilhante? Bati um papo com a Melinna Passi, criadora da Caixa Cosmo, que contou todas as suas inspirações para a gente:

Vida de Amora: Conte um pouco sobre você e sua trajetória até a criação do projeto.

Caixa Cosmo: Olá, sou nascida e criada em São Paulo, capital, tenho 32 anos. Sempre fui muito criativa e realizadora e por isso acreditei que meu destino fosse trabalhar como diretora de arte. Acabei me tornando bacharel em comunicação social especializada em publicidade e propaganda. Mas depois de me frustrar na vida de agência, mudei de área, e passei a trabalhar como designer de experiência em empresas de TI. Tudo ia muito bem até perceber que minha vocação era mesmo empreender. Daí entrei num processo de auto conhecimento, de olhar para toda minha trajetória profissional, entender o que gostava mais e como juntar tudo isso num negócio com propósito. A Caixa Cosmo demorou 6 meses para “vir ao mundo”. E hoje me proporciona esse contato com tudo que amo: pessoas, arte, design de experiência, curadoria, internet, e mais todas as outras habilidades que venho aprendendo no caminho.

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V.A.: Quais foram as suas inspirações para criar a Caixa Cosmo?

C.C.: Antes da Caixa Cosmo trabalhei durante quase 2 anos como líder de experiência do usuário numa empresa de internet relacionada a artesanato. Conhecer de perto os artesãos e suas motivações foram completamente inspiradoras. Desejei fazer algo para movimentar este mercado no Brasil e o formato de clube de assinatura foi só um meio de viabilizar isso. A ideia foi inspirada nas necessidades dos produtores independentes que conheci de perto.

V.A.: Seu projeto é super novo, já conquistou um espaço super legal e foi idealizado todinho por você. Você já conseguiu agregar parceiros nessa caminhada? Como funciona o papel desses colaboradores?

C.C.: Considero parceiros todos que de alguma forma participam dessa jornada. Desde os produtores que confiam no meu trabalho quando apresento a proposta de parceria, até quem “faz acontecer” junto comigo todos os meses. O trabalho é todo feito por mim e por colaboradores freelancer – a Bia Figueiredo (conteúdo), o Arthur Rodrigues (video maker) e o Fellyph Cintra (desenvolvedor). A primeira contratação oficial está nos planos para este ano.

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V.A.: O seu foco principal são os pequenos empreendedores. Como acontece a curadoria das marcas a cada mês? Qual o seu foco principal nessa escolha?

C.C.: A curadoria é feita pela internet e em pequenas feiras independentes em São Paulo. O foco principal são produtos atemporais, funcionais e com design caprichado.

V.A.: Qual a parte mais difícil e a mais gratificante de montar as caixas e entregar para o seu publico?

C.C.: A parte mais desafiadora talvez seja me superar em todas as áreas, até naquelas que não são meu forte. Faça chuva, faça sol, tento manter minha mente centrada e atenta a toda experiência. A ideia é que todos que tenham contato com o projeto se sintam felizes e parte de algo maior. O negócio nasceu para ser sustentável, então se consigo realizá-lo da melhor maneira, acaba sendo essa a parte mais gratificante também.

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V.A.: Conte um pouco da sua relação com as pequenas marcas e com o movimento consciente que vem surgindo no mercado.

C.C.: Anos atrás eu criei alguns acessórios femininos e vendi pela internet, essa marca não durou muito tempo, mas o suficiente para entender o tamanho do amor e dedicação que cada produto precisava para “nascer” e chegar ao cliente, que depois vai levá-lo para sua realidade e dar um sentido todo particular para a peça, chamo isso de ciclo de valorização do talento.

Comprar do pequeno é uma atitude simples com impacto social enorme – promove o desenvolvimento econômico, valoriza o talento e a habilidade de outro ser, muda os hábitos de consumo, além de preservar a cultura local. Tenho vários amigos com marca própria, que produzem de forma independente e noto que esse movimento vem ganhando mais corpo. Tem espaço para todo mundo! Não considero um movimento passageiro, é um novo modelo de consumo que veio para ficar e está sendo encabeçado por pessoas que já se conectaram nessa energia, que tem empatia desenvolvida.

V.A.: Se algum artista quiser participar do projeto, de qual forma ele pode fazer isso?

C.C.: Estamos abertos a receber interessados durante todo o ano, de qualquer cidade do Brasil. É só escrever para curadoria@caixacosmo.com.br

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Aproveita que hoje é o primeiro dia do mês e já corre lá no site para assinar a sua e se surpreender com esses produtos. O mais legal é que esse mês tem edição especial de aniversário com itens super artísticos criados por produtores das feirinhas de São Paulo! Mais um motivo para querer fazer parte desse clube 🙂

Acompanhe todas as novidades da Caixa Cosmo nas redes sociais:

Site: caixacosmo.com.br

Instagram:instagram.com/caixacosmo

Facebook:facebook.com/caixacosmo

Pausa para o café com: Na.Loo

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Aproveitando minha temporada no Rio de Janeiro, tenho procurado me aproximar das novas marcas daqui, sentir esse movimento mais consciente e até mesmo sustentável que a cidade tem.

Com foco nessas pesquisas, conheci uma marca cheia de estilo, graça e muita leveza, a Na.Loo. Nova no mercado, a marca conta com peças atemporais e de caimento muito gostoso. Ela é perfeita para aqueles dias de muito calor que queremos sair bonitas, com roupas super confortáveis e fresquinhas. Confesso que tenho muita dificuldade de me sentir bem nesse rio40graus, e vou te dizer que estou amando esse vestido que recebi deles para esses dias de muito sol!

E foi querendo conhecer ainda mais sobre a marca que em tão pouco tempo já vem conquistando seu espaço, chamei a Anna – criadora de tudo isso – para um bate papo. Veja só o que ela conta:

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Vida de Amora: Fale um pouco sobre você, sua formação e como começou a Na.loo. Você tem parceiros nessa caminhada com a marca?
Na.Loo: Trabalho há alguns anos em uma marca de roupas femininas carioca e ao longo desse tempo diversos questionamentos pessoais em relação ao meu futuro profissional começaram a surgir. Senti a necessidade de ter algo meu, que realmente falasse a minha língua e tivesse de acordo com o que eu acredito. Por questões financeiras e burocráticas muitas vezes a tarefa de tirar um plano do papel ou da cabeça acaba sendo mais difícil que o esperado, mas o movimento de pequenos empreendedores ganhando cada vez mais adeptos me deu uma injeção de ânimo e resolvi que era a hora de começar. A NA.LOO é um projeto meu mas que jamais teria saído do papel se não fosse o apoio dos meus pais e o trabalho dedicado de amigos que embarcaram comigo nesse sonho fazendo modelagem, agitando produção, marketing, fotos, design…
V.A.: Qual a sua maior inspiração na hora de criar uma coleção?
N.L.: A rua. Seja o que vejo em viagens, na internet, pelas ruas do Rio… Minha inspiração não vem apenas de outras roupas, mas de um comportamento, de um perfil.
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V.A.: Qual a principal mensagem que pretende passar através da Na.loo?
N.L.: Estamos vendo que o modo de consumir está mudando. Fazer peças lisas e atemporais nos encaixa nessa mudança de padrão em que as roupas podem ser usadas por mais tempo sem os modelos ficarem datados, ultrapassados. E uma das mensagens mais importantes é de que o bonito não precisa ser caro.
V.A.: Quais a alegrias e dificuldades de ter uma marca própria para você?
N.L.: Ainda estou conhecendo os dois lados da moeda por ser uma marca bem nova. Mas acredito que as alegrias são a realização de ver um sonho em forma de roupa sendo usado por outras pessoas e conseguir fazer o meu trabalho sempre com prazer.
Já as dificuldades são a instabilidade e o mercado que pode ser cruel principalmente com iniciantes. Muitas vezes é difícil se posicionar, se colocar em competição com outras marcas já construídas.
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V.A.: Onde podemos encontrar suas peças? Vocês têm venda online?
N.L.: Por enquanto contamos apenas com nossa loja online. Planos para pontos de venda físicos existem mas estou deixando pro médio prazo.
V.A.: Se a Na.loo fosse uma pessoa, como ela seria?
N.L.: A NA.LOO seria uma mulher com estilo próprio, que não é muito apegada a tendências. Ela tem espírito jovem e está sempre pronta para qualquer situação. Ela diz “pro” que veio.
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Adoro quando as peças são pensadas no atemporal, no que dura e que nunca “sai de moda”. Comprar com consciência também é saber que aquela peça será usada muitas e muitas vezes e por um longo espaço de tempo.
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Ficou curiosa para ver todas as outras maravilhas que a marca tem? Entra nas redes sociais dela e acompanhe tudinho:

Cores e purpurinas do carnaval da Farm

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Foi dada a largada para a época mais esperada do ano – pelo menos em terras cariocas posso garantir. O carnaval já começou por aqui e o que não falta é motivo para sair nas ruas com purpurina da cabeça aos pés e abusar da criatividade na hora de criar a sua fantasia!

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E para deixar esse carnaval ainda mais cheio de cor, a Farm lançou uma coleção linda de fantasias! Tem para todos os gostoso, estilos e propósitos. 

Eu e minha amiga Catalina (@catamarchesii), a argentina mais cheia de bossa que eu conheço, escolhemos as nossas preferidas e fizemos essas fotos para mostrarmos para vocês! 

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Paulista que sou, há tempos não me fantasiava assim e vou te dizer que a experiência é tão divertida que não entendo porque só existe carnaval uma vez no ano!

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Bora pular pelas ruas e deixar a alegria rolar solta! 

Fotos: Ana Luiza Manço (Instagran: @ana_luizams)

“Pegue seu coração partido e transforme em arte”

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Mais um ano começando. Gosto muito de iniciar esses ciclos com reflexões que o ano passado me trouxe e então pensar no que desejo colocar em prática, durante todo o ano seguinte.

Comecei 2016 com um texto sobre como o ano de 2015 – que também levou a fama de um ano difícil – foi um ano determinante e positivo sim em vários sentidos. Agora venho aqui não para falar mal de 2016 – por mais que ele tenha muitos motivos por levar essa má fama – mas pra mais do que exaltar os seus maus feitos, focar nos erros e buscarmos, através desses aprendizados, formas de sermos melhores dentro desse universo de situações.

E foi à procura de inspirações para iniciar o ano aqui no Vida de Amora com uma mensagem positiva que me deparei com o discurso super emocionante, correto e rico de pureza, verdade e simplicidade da atriz Meryl Streep no Golden Globes, transmitido nesse domingo.

O discurso da atriz teve como base a péssima postura do atual presidente dos Estados Unidos. Ela falou, com voz embargada da tristeza que sentiu quando viu a forma como zombou de um jornalista portador de deficiência física em rede aberta e sem o menor respeito. Também ironizou de forma inteligentíssima a postura do presidente em relação aos estrangeiros que habitam o país. Mas para mim a sua fala foi muito além disso, foi exemplo de humanidade, de amor ao próximo e preocupação não apenas com quem está ao seu redor, mas com o futuro que temos a viver. Seu discurso foi uma aula, foi quase um mantra que devemos repetir durante todo esse ano que ainda se inicia. Foi um chamado para que nós assumamos a responsabilidade pelo mundo que queremos construir e que usemos a nossa voz pra sermos agentes da verdade. Foi uma base para falarmos daquilo que mais faltou em 2016: respeito.

Enquanto ouvia as palavras de Streep senti uma alegria muito grande ao ver uma mulher tão genial dizendo tudo aquilo que acredito para milhões e milhões de pessoas ouvirem ou ao menos refletirem. Como disse esses dias mesmo para minhas amigas, minha intenção aqui não é mudar a cabeça de ninguém, mas se eu puder pelo menos levantar questionamentos e puder descobrir outras pessoas que também me apresentem novos pontos de vista, eu já me sentirei um pouco mais realizada. E uma das coisas que ela disse e que mexeu muito comigo foi em relação ao direito que o indivíduo que está no poder sente de humilhar ou zombar daquele que ele acredita ser menor que ele. Essa atitude acontece todos os dias, não precisamos ir muito longe. Essa atitude acontece na escola quando você responde feio para o professor e finaliza dizendo que você que paga o seu salário. Está quando você levanta da mesa do refeitório e não retira sua bandeja toda bagunçada porque acha que a balconista tem a obrigação de tirar para você. Está quando você, chefe, nem diz bom dia aos seus funcionários por achar que você é melhor que ele por ter o cargo que tem. Precisamos nos lembrar que para uma cadeia existir de forma perfeita precisamos que TODAS as partes atuem perfeitamente. Se uma delas falha, ninguém consegue realizar o seu trabalho. Para uma cidade funcionar perfeitamente precisamos que os lixeiros a limpe todas as manhãs, sem eles viveríamos em um caos, precisamos dos professores atuando em suas aulas inspiradoras e cheios de motivação, precisamos dos médicos sempre com a boa vontade, capacidade de atender e querer bem do próximo. Para um prédio ser erguido precisamos dos cálculos dos engenheiros tanto quanto precisamos das habilidades e da cabeça cheia de experiência dos pedreiros que colocam a mão na massa e também fazem aquele projeto sair do papel. Precisamos lembrar que somos todos iguais, apesar das dificuldades e privilégios de cada um e que só seremos capazes de atingir uma sociedade melhor quando todos forem igualmente valorizados e igualmente respeitados. Como Meryl Streep disse “Desrespeito atrai desrespeito. Violência incita mais violência.” E o que fazer para mudar esse quadro? Fazendo exatamente o oposto: respeitando para ser respeitado, dando atenção para ter atenção, sendo gentil para assim receber gentilezas. Seja aquilo que você deseja de bom para o meio em que vive. Parece clichê, mas é a mais pura verdade e é tão simples, não é mesmo?

Muita gente critica os ideais segregacionistas do presidente citado no discurso da atriz. Sua intenção, mencionada em campanha, de construir um muro na fronteira de seu país além de burra, pois a economia do país depende dos estrangeiros para continuar a funcionar, é também de uma falta de humanidade incomensurável. Mas muitos que criticam, com razão, também não percebem é que na verdade os muros já existem. Nós vivemos num mundo onde cada um tem um lugar determinado no imaginário da sociedade, tem gente que não pode pertencer a certos espaços, o clube é privado, o condomínio tem portaria, alguns não podem ir à escola, outros lutam a vida toda mas não conseguem chegar aonde queriam, e não é por falta de mérito, é apenas uma simples questão de oportunidade. Tem gente que sonha mas antes tem fome, tem filhos, tem problema de saúde, tem dor, tem culpa, não tem tempo, não tem condições, não tem ajuda. Tem gente que quer chegar, mas bate no muro do preconceito, no muro do julgamento, no muro do medo, no muro do gênero, da cor e das incertezas, no muro de quem não quer nem te ouvir, no muro daqueles que não te enxergam. Todos esses muros nos fazem viver com medo do outro, nos encarceram nos muros das nossas casas, nas grades das nossas janelas, cada vez mais isolados e cada vez mais distantes de entender a realidade de quem ficou do outro lado do seu muro. Por isso a tão grande importância de quebrarmos as barreiras. Sim, acredito que a vida é sobre vencê-las, mas temos que reconhecer o privilégio e o quanto saem na frente nessa corrida aqueles que têm um caminho mais livre.

Aqui chegamos a outro ponto muito importante citado pela atriz, o poder da empatia. Fui buscar no dicionário o significado da palavra para colocar aqui, pois acredito ser uma das mais bonitas e importantes nos dias de hoje.

“Empatia:

s.f. Ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias.”

Antes de julgar o outro, pense nas oportunidades que você teve e que talvez aquele bandido que ontem foi assassinado na cadeia não teve. Antes de tacar pedras, pense no que transformou aquela criança que você chama de monstro em um jovem capaz de roubar. Pense no amor que sua família te deu e que aquele menino que está na rua passando fome nunca teve. Procure tentar entender, sem julgar ou achar que sabe, o que é a dor de ser sempre subjugado dentro do corpo que você possui e saber que muitas pessoas nunca vão te deixar ir além disso. Muitas histórias são terríveis. Muitas tristezas são grandes. Mas muitas vezes um simples olhar que vê, um ouvido que escuta e uma demonstração de respeito pode mudar a realidade de alguém.

E pra você que como eu, diante das tristezas do mundo de hoje também fica reflexiva e com o coração dolorido, a Meryl Streep também trouxe uma outra solução ao relembrar as palavras da hoje saudosa Carrie Fisher: “Pegue o seu coração partido e transforme em arte”.

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