Pausa para o café com: Na.Loo

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Aproveitando minha temporada no Rio de Janeiro, tenho procurado me aproximar das novas marcas daqui, sentir esse movimento mais consciente e até mesmo sustentável que a cidade tem.

Com foco nessas pesquisas, conheci uma marca cheia de estilo, graça e muita leveza, a Na.Loo. Nova no mercado, a marca conta com peças atemporais e de caimento muito gostoso. Ela é perfeita para aqueles dias de muito calor que queremos sair bonitas, com roupas super confortáveis e fresquinhas. Confesso que tenho muita dificuldade de me sentir bem nesse rio40graus, e vou te dizer que estou amando esse vestido que recebi deles para esses dias de muito sol!

E foi querendo conhecer ainda mais sobre a marca que em tão pouco tempo já vem conquistando seu espaço, chamei a Anna – criadora de tudo isso – para um bate papo. Veja só o que ela conta:

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Vida de Amora: Fale um pouco sobre você, sua formação e como começou a Na.loo. Você tem parceiros nessa caminhada com a marca?
Na.Loo: Trabalho há alguns anos em uma marca de roupas femininas carioca e ao longo desse tempo diversos questionamentos pessoais em relação ao meu futuro profissional começaram a surgir. Senti a necessidade de ter algo meu, que realmente falasse a minha língua e tivesse de acordo com o que eu acredito. Por questões financeiras e burocráticas muitas vezes a tarefa de tirar um plano do papel ou da cabeça acaba sendo mais difícil que o esperado, mas o movimento de pequenos empreendedores ganhando cada vez mais adeptos me deu uma injeção de ânimo e resolvi que era a hora de começar. A NA.LOO é um projeto meu mas que jamais teria saído do papel se não fosse o apoio dos meus pais e o trabalho dedicado de amigos que embarcaram comigo nesse sonho fazendo modelagem, agitando produção, marketing, fotos, design…
V.A.: Qual a sua maior inspiração na hora de criar uma coleção?
N.L.: A rua. Seja o que vejo em viagens, na internet, pelas ruas do Rio… Minha inspiração não vem apenas de outras roupas, mas de um comportamento, de um perfil.
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V.A.: Qual a principal mensagem que pretende passar através da Na.loo?
N.L.: Estamos vendo que o modo de consumir está mudando. Fazer peças lisas e atemporais nos encaixa nessa mudança de padrão em que as roupas podem ser usadas por mais tempo sem os modelos ficarem datados, ultrapassados. E uma das mensagens mais importantes é de que o bonito não precisa ser caro.
V.A.: Quais a alegrias e dificuldades de ter uma marca própria para você?
N.L.: Ainda estou conhecendo os dois lados da moeda por ser uma marca bem nova. Mas acredito que as alegrias são a realização de ver um sonho em forma de roupa sendo usado por outras pessoas e conseguir fazer o meu trabalho sempre com prazer.
Já as dificuldades são a instabilidade e o mercado que pode ser cruel principalmente com iniciantes. Muitas vezes é difícil se posicionar, se colocar em competição com outras marcas já construídas.
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V.A.: Onde podemos encontrar suas peças? Vocês têm venda online?
N.L.: Por enquanto contamos apenas com nossa loja online. Planos para pontos de venda físicos existem mas estou deixando pro médio prazo.
V.A.: Se a Na.loo fosse uma pessoa, como ela seria?
N.L.: A NA.LOO seria uma mulher com estilo próprio, que não é muito apegada a tendências. Ela tem espírito jovem e está sempre pronta para qualquer situação. Ela diz “pro” que veio.
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Adoro quando as peças são pensadas no atemporal, no que dura e que nunca “sai de moda”. Comprar com consciência também é saber que aquela peça será usada muitas e muitas vezes e por um longo espaço de tempo.
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Ficou curiosa para ver todas as outras maravilhas que a marca tem? Entra nas redes sociais dela e acompanhe tudinho:

Pausa para o café com: Santa e Nuvem

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O Pausa Para o Café da semana traz a história de duas marcas que uniram suas energias para virarem uma só, ficando ainda mais forte e com a identidade super bem definida. O que antes era Santa Expedita e Maria Nuvem hoje é a Santa e Nuvem, marca que traz na leveza e fluidez de seus tecidos uma forma única e super particular de deixar a mulher, além de confortável, extremamente feminina.

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Só de olhar para o site delas já da para perceber uma série de fotos que refletem toda essa calma que a marca passa. Com um tecido que abraça a pele, que nos permite movimentos como de uma dança, nos deixa soltas e prontas para sermos quem quisermos ser, a Santa e Nuvem é a prova que podemos sim unir conforto, consciência e estilo. É uma misturinha boa de delicadeza e segurança, é a força do ser feminino.

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E ninguém melhor para traduzir todo esse conceito tão único que a marca tem do que essas duas cabeças incríveis que trabalham por traz de tudo isso: Renata Rosa e a Nathália Lessa, com quem eu amei bater um papo e conhecer mais de pertinho a Santa e Nuvem. Sente só o clima bom da nossa conversa:

V.A.: Como surgiu a vontade de criar a marca? Vocês já trabalhavam com moda antes disso?

S.N.: A Santa Expedita começou quando eu (Renata) estava na Faculdade de teatro. Desde criança gostava de moda e depois de adolescente continuei me interessando muito, estava sempre de olho nos desfiles e tendências e pensava em estudar moda, mas escolhi teatro. Durante a faculdade comecei a bordar camisetas juntos com umas amigas e vender para o pessoal da faculdade. Depois disso comprei uma máquina de costura e comecei a costurar as roupas, daí surgiu a marca. A Nathália é formada em psicologia e sempre teve interesse em imagem e criatividade. A vontade de ter um trabalho voltado a isso foi crescendo e no último ano de faculdade resolveu criar uma marca de roupas. A irmã dela foi a grande incentivadora e juntas começaram a construção e a identidade da Maria Nuvem.

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V.A.: Queria que contassem um pouco sobre as duas marcas e como aconteceu a união delas:

S.N.: Na época em que cada uma trabalhava com a sua marca, nós duas já éramos bastante amigas e passávamos pelas mesmas dificuldades com as marcas. Estávamos nos sentindo enfraquecidas trabalhando sozinhas. Nós reconhecíamos que nossas marcas eram muito legais e enxergávamos nelas um potencial de crescimento, mas não sabíamos que direção tomar pra que elas crescessem. Foi quando conversamos e resolvemos fazer um teste e trabalhar juntas. Hoje administramos as duas marcas e estamos em fase de unificação. Já estamos no ar com o site Santaenuvem e em breve as marcas serão uma só.

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V.A.: Quando vesti pela primeira vez um macacão de vocês me apaixonei pelo tecido e pelo modelo super original. Como acontece a seleção desses tecidos e a criação das modelagens?

S.N.: Trabalhamos com peças fluídas e frescas, e quando escolhemos os modelos e tecidos estamos sempre pensando na liberdade! Pensamos em peças que deixem o corpo solto e confortável, sem perder a feminilidade. Além das formas e dos tecidos leves, as estampas são outro ponto na identidade da marca.

V.A.: Se a Santa e Nuvem fosse uma pessoa, como ela seria?

S.N.: Alguém que sabe seu lugar como mulher dentro do mundo e preenche seu espaço sendo livre, guerreira, que luta pelos seus ideais e pelo seu espaço. Uma mulher que questiona, que usa do que veste como uma das formas de exercer sua liberdade.

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Toda essa delicadeza também é refletida no cuidado com que preparam cada peça. A produção é em pequena escala e os tecidos e mão de obra são locais, o que faz nos encantarmos ainda mais por essa marca que se mostra consciente e responsável com aquilo que cria.

Não deixem de seguir a Santa e Nuvem nas redes sociais e acompanhar cada novidade da marca:

Instagram: @santaenuvem

Facebook: /santaenuvem

Site: santaenuvem.com

Pausa para o café com: Vereda

Do fascínio por pedras e suas variadas formas e energias, a jornalista Lígia Nogueira criou a Vereda, marca de joias feitas a partir de pedras brutas selecionadas e montadas manualmente por ela.

Na natureza existem infinitos elementos que trazem consigo uma grande fonte de boas energias, e as pedras são uma delas. Sempre acreditei na força que elas têm para nos trazer sorte ou até mesmo proteção, e foi conhecendo o trabalho tão delicado da Vereda que me encantei ainda mais por esse universo.

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Na nossa Pausa para o Café, Lígia explica não só como tudo isso começou mas também compartilha com a gente todo o seu conhecimento sobre esse assunto tão interessante e encantador:

Vida de Amora: Como foi o processo de criação da marca?

Vereda: Como jornalista, sempre trabalhei com criação, mas meu processo sempre foi muito relacionado ao texto. Comecei a desenvolver os colares como hobby e quando comecei a visualizar as peças como algo concreto, que outras pessoas poderiam gostar além de mim, estava relendo o livro do Guimarães Rosa (“Grande Sertão: Veredas”, escrito em 1956). Imediatamente aquele universo tão único, com um idioma próprio, passou a me envolver completamente. Percebi que era isso que eu estava fazendo, criando um mundo particular, e queria que as outras pessoas sentissem a mesma coisa.

V.A.: Qual a relação que tem com as pedras brutas e a energia que tem nelas?

V.: Os cristais fazem parte do reino mineral, um dos primeiros a surgir na Terra. De acordo com a sua composição química, cada mineral emana um tipo característico de energia através do seu campo. Nesse sentido, as pedras brutas têm mais energia do que as polidas ou lapidadas. Sinto uma enorme diferença ao dispor cristais nos ambientes – em vários cômodos da casa, ou no atelier, por exemplo. Cristais de quartzo transparente renovam as energias e são ótimos para o banheiro, por exemplo. No quarto, um fragmento de quartzo rosa estimula o amor. Eles também são ótimos para a meditação. Carregar uma pedra em um colar junto com a gente é muito simbólico, é como aceitar nossa natureza como ela é, com a sua beleza e também com as suas imperfeições.

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V.A.: Você tem a sua pedra preferia ou aquela que sempre anda com você como um amuleto?

V.: A partir do momento em que comecei a trabalhar com as pedras, me tornei absolutamente fascinada por todas elas. Em certos momentos tendo para os azuis e os verdes; em outros, para os rosados. Mas adoro a pirita e a turmalina negra. São praticamente opostas, mas complementares e instigantes.

A amazonita atrai dinheiro, sucesso, traz alegria. A água-marinha atrai felicidade e está relacionada à coragem. A pirita atrai riqueza, prosperidade, proteção e sorte. Estimula a inteligência, a percepção, a criatividade. Já a turmalina negra é um incrível escudo contra a energia negativa.

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V.A.: Como é o processo de seleção do material e a escolha de cada uma das pedras para criar os acessórios?

V.: Justamente por terem formatos incomuns – e únicos, diferentes entre si –, as pedras brutas proporcionam encaixes também únicos. Cada colar que eu crio é como um encontro. É como se as próprias pedras se escolhessem. Os tons e os formatos geralmente são o fio condutor. A natureza é a inspiração principal, mas cada experiência rende uma história, ou uma “minicoleção”. Estive em Algodões, na Bahia, recentemente, e fiquei fascinada pela paleta de cores do lugar. Quando a maré descia, algas dos mais diferentes tons de rosa preenchiam as areias. Voltei obcecada pelos rosé e fiz algumas peças com cores mais “calmas”.

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V.A.: Se a Vereda fosse uma pessoa, como ela seria?

V.: Como o David Bowie, talvez?? Penso na fase Ziggy Stardust, totalmente desafiadora, fora dos padrões. Ou, quem sabe, a Vereda se aproxime do jazz intergaláctico do Sun Ra, com suas referências ao cosmos…

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Trazer consigo uma pedra já é algo extremamente simbólico, e a proposta que a Vereda traz para isso deixa tudo ainda mais incrível.

Acompanhe o trabalho da marca nas redes sociais:

Instagram: @vereda.joias

Facebook: facebook.com/vereda.joias

E se você quiser ver tudo isso bem te pertinho, a Vereda agora tem um atelier super charmoso na Vila Madalena, aqui em São Paulo. Ele fica em uma casa dos anos 60 onde também funcionam um estúdio de fotografia, um espaço de artes plásticas, um brechó e uma cervejaria. Tem um jardim delicioso onde fazem eventos, happy hours e festinhas. Para fazer uma visita é só escrever para veredajoias@gmail.com, aposto que você vai amar tocar essa energia boa com quem sabe muito sobre o assunto!

Pausa para o café com: Sambarilove

O  pausa para o café dessa semana veio entre as linhas e agulhas da bióloga e artista Eveline Rodrigues, criadora da Sambarilove, marca de bolsas cheia de personalidade e estilo puro.

Além das estampas serem pra lá de divertiras e as modelagens super diferenciadas, Eveline transmite todo o seu cuidado e carinho com o produto fazendo cada uma de suas bolsas à mão, o que deixa tudo ainda mais encantador.

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Leia aqui a nossa conversa e sinta esse clima gostoso que a marca tem:

Vida de Amora: Como nasceu a Sambarilove Bolsas?

Sambarilove: A Sambarilove completa cinco anos, em 2016. Nasceu de um momento curioso em que eu e uma amiga resolvemos desmontar uma bolsa para aprender a fazer mais. Só pra gente, mesmo. Aí uma amiga quis e a outra também e até hoje estou costurando para os amigos! Rs

V.A.: Qual a importância que vê nas peças feitas à mão hoje em dia?

S.: Gosto de pensar no tecido, na linha, no botão. Mando a encomenda já carregando meu produto principal: o amor das mãos.

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V.A.: Onde você se inspira para criar as suas peças?

S.: Minha inspiração vem de todos os lados: música, vídeos, revistas, livros, da arte do meu marido grafiteiro, até mesmo da vida cotidiana. As questões sociais me inspiram muito. Quero construir um produto que faça sentido, que enalteça as mais diferentes personalidades. Amo a diversidade da nossa espécie!

V.A.: Qual a sua relação com aquilo que você veste?

S.: Adoro observar como as pessoas se vestem, como se penteiam, como usam seus acessórios. Você conhece muito sobre alguém observando seu comportamento, sua vestimenta. Acho que sai daí meu fascínio pela moda. Moda não tem nada a ver com quem compra mil peças de roupas, toda semana, nas maiores marcas. 

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V.A.: Se a Sambarilove fosse uma pessoa, como ela seria?

S.: Se a Sambarilove fosse uma pessoa, seria das mais fortes que existe, talvez uma mulher negra e careca, como sua logomarca, daquelas que dizem muito, sem falar nada.

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A Sambarilove traz o amor do trabalho manual e a identidade forte de quem conhece seu público.

Eu já tenho a minha e adoro usar com peças básicas, tudo para chamar ainda mais atenção para as cores e beleza que ela tem 🙂

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E se você também se apaixonou pelas bolsas assim como eu, siga a marca nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/sambarilovebolsas

Instagram: instagram.com/sambarilovebolsas

Pausa para o café com: Très Jolie

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Como tudo por aqui ainda é uma grande novidade, o “Pausa para o café” não poderia ser diferente. Essa semana bati um papo com a Camila Shigaki e a Akemi Kumagai, criadoras de uma marca cheia charme e que acabou de sair do forno: a Lenços Très Jolie.

Os lenços são os queridinhos do inverno e a aposta para quem quer deixar a produção ainda mais cheia de estilo. Podem ser usados no pescoço, para aquecer, ou até mesmo na bolsa, só para dar aquele toquinho a mais.

O diferencial da Très Jolie são as estampas. Feitas no Brasil, não negam as suas origens. Cores vivas, florais e tecidos leves são o forte da marca.

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Quer saber mais sobre elas? Então olha só a conversa que tivemos:

Vida de Amora: Conte um pouquinho sobre vocês. Qual a formação de vocês e a relação que tem com aquilo que vestem?

Lenços Très Jolie.: Ambas formadas em Moda – Camila Shigaki e Akemi Kumagai – estudamos juntas, mas nossa relação estreitou após o término da graduação. Nossas conversas sempre acabavam em temas de estamparia e cores, trocávamos figurinhas de acessórios que gostávamos e aquilo que sentíamos falta em encontrar. Nossa relação com aquilo que vestimos tem em comum um armário recheado de peças coloridas e sempre priorizamos o conforto. 

V.A.: Como surgiu a vontade de criarem a marca? De onde veio a paixão por lenços?

L.T.J.: A gente acredita que lenços sempre dão um up no look, e quando achávamos coisas legais sempre eram com preços super faturados. E assim surgiu a ideia de fazer lenços com um preço mais bacana e com foco forte em estamparia.

V.A.: Como funciona a seleção das estampas?

L.T.J.: Nosso conceito vem de garimpar estampas que tenham muitas cores alegres, personalidade e feminilidade. Tudo é  amor à primeira vista, os olhos que tem brilhar e o coração palpitar forte. <3 

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V.A.: Onde as pessoas podem encontrar os Lenços Trés Jolie? Vocês tem loja física e online?

L.T.J.: Temos nossa loja virtual: www.tresjolieonline.com.br

Pontos físicos em SP, capital: Ateliê Camis – R. Doutor Miranda de Azevedo, 701 – bairro Pompéia e em Bauru – SP: Balaio de gato – R Rio Branco, 14-88 – Centro.

V.A.: Se a Très Jolie fosse uma pessoa, como ela seria?

L.T.J.: É uma pessoa livre, determinada com a alma cheia de leveza e que ama o colorido.  Seu hábito favorito é amarrar um lencinho no pescoço, passa seu batom predileto, enfeitar sua bicicleta com flores e deixar a brisa levar. Desejamos que todas as mulheres tenham espírito leve e alegria de viver.

E foi com toda essa alegria e leveza que a Très Jolie vem ganhando seu espaço por onde passa. 

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Dá uma olhadinha no site delas, tem um lenço mais lindo que o outro! E pra quem é aqui de São Paulo ou então de Bauru, vale a pena ver ao vivo e a cores (e bota cores nisso!) os lenços que elas criaram. 

Para ficar por dentro das novidades da marca, aqui vai o perfil dela no Instagram e no Facebook:

Facebook: facebook.com/LencosTresJolie

Instagram: @lencos_tresjolie